5 Técnicas de SEO Avançadas Para Aparecer na 1ª Página do Google

Ingage
Ingage - 31 de outubro de 2018

Técnicas de SEO, ou Search Engine Optimization, são as melhores práticas de otimização de páginas na internet, favorecendo o seu posicionamento entre os primeiros resultados apresentados pelo Google como sugestão a uma busca específica do usuário.

Toda estratégia digital precisa de técnicas de SEO.

Não há exagero nenhum nessa afirmação.

Afinal, alcançar o topo do Google significa ocupar um lugar privilegiado.

Marcar posição ali é como exibir um selo de qualidade desse mecanismo de busca.

Na sua página de resultados, o Google destaca o que considera como as melhores respostas para a dúvida do usuário.

Estar entre os líderes não rende medalha, tampouco um prêmio em dinheiro.

Mas a recompensa pode ser muito saborosa: dependendo da pesquisa realizada, talvez atraia milhares de acessos ao seu site ou blog.

Só que essa é uma honra para poucos.

Apenas um resultado pode ocupar o primeiro lugar de maneira orgânica – ou seja, sem pagar para estar ali.

Não que ser o segundo seja de todo ruim, mas, conforme perde posições, a visibilidade despenca.

De acordo com Hubspot, 75% dos usuários não passam da primeira página de resultados.

Outros estudos sugerem que menos de 10% vão além dela.

É algo que você mesmo pode comprovar.

Faça uma pesquisa em minha ferramenta de análise de palavras-chave, Ubersuggest, e veja na análise de SERP que raríssimos usuários clicam em um resultado que não esteja na primeira ou segunda páginas.

Depois delas, é como se o conteúdo em questão não existisse.

É por isso que conversar e aprender sobre técnicas de SEO é tão importante.

Não dá para ser apenas mais um. É preciso mirar o topo.

E, neste artigo, eu vou ensinar como chegar lá.

1 – Analise os seus concorrentes

Há no meio empreendedor uma tática muito interessante que se chama benchmarking.

Em uma analogia, dá para dizer que é como espiar a grama do vizinho para descobrir por que ela é tão verde e saudável.

Mas não confunda com espionagem, pois esse é um estudo sério, com regras morais e éticas bem claras.

No SEO, o benchmarking é uma técnica obrigatória.

Porque começar uma estratégia do zero é muito mais trabalhoso, sem uma referência que indique o que dá certo ou não.

Sites concorrentes, que são aqueles que disputam o mesmo público que o seu, já estão no mercado há mais tempo.

Nesse período, erraram e acertaram bastante, o que deixa lições importantes não só para eles, mas também para novos participantes.

E o melhor é que analisar tudo isso é muito fácil e até mesmo grátis.

Basta usar ferramentas como a própria Ubersuggest, que permite identificar online onde a concorrência está levando vantagem.

A grande sacada está em obter insights sobre as palavras-chave que vão compor a sua estratégia.

Descubra as palavras-chave que eles ranqueiam

Para iniciar uma estratégia de SEO, você tem um desafio claro.

É preciso identificar as palavras-chave relacionadas ao seu projeto com as melhores oportunidades para gerar tráfego orgânico e qualificado.

Em inglês, são as chamadas keywords.

Mas como fazer isso?

Uma resposta bem simples é a de que existe o jeito fácil e o difícil, embora com o mesmo potencial.

Você pode primeiro listar todos os tópicos que julgar interessantes e, depois, verificar o seu desempenho individual em uma ferramenta de análise de palavras-chave.

Tenha em mente que, dependendo do projeto, vai trabalhar com dezenas, centenas, talvez milhares de keywords diferentes.

Assim, uma a uma, você vai fazer essa checagem até que tenha uma planilha com os tópicos escolhidos para trabalhar na estratégia.

A alternativa é abreviar esse estudo e ir direto nas palavras-chave de seu interesse que oferecem boas possibilidades de ranqueamento no Google.

Como? Analisando os seus concorrentes, é claro.

Na mesma ferramenta de sua escolha, em vez de digitar uma a uma cada keyword da sua lista inicial, experimente pesquisar pelos sites identificados como concorrentes.

Em resposta, você verá todas as palavras-chave nas quais eles já estão classificados no Google.

Mais do que isso: vai descobrir o volume de buscas de cada uma e a posição do concorrente para aquela pesquisa.

Essa relação talvez ainda traga termos que não combinam com o seu projeto.

Por outro lado, é inegável que ela estará muito mais pronta do que ao começar a sua estratégia do zero.

A única desvantagem estaria no possível esquecimento de uma keyword importante pelo concorrente, algo que você identificaria se fizesse todo o trabalho sozinho.

Mas a chance de isso ocorrer é próxima de zero, já que as ferramentas não apenas analisam individualmente cada palavra-chave, como também apresentam sugestões de termos parecidos ou relacionados.

Ou seja, não há como escapar do seu radar um tópico de interesse para o projeto.

2 – Encontre as melhores palavras-chave

Para dar seguimento às técnicas de SEO, vou ensinar agora como encontrar e escolher as melhores palavras-chave para o seu projeto de conteúdo.

E como a ideia é tornar o aprendizado bastante prático, vou oferecer um exemplo, mostrando como cumprir cada uma das etapas do seu planejamento.

Tudo começa com a sua lista final de keywords relacionadas ao projeto.

Se já tem ela em mãos, ótimo! Assim, vai conseguir fazer o exercício de modo simultâneo à leitura.

Caso não tenha, não há problemas.

Para este exemplo, vamos considerar que seu projeto contemple o turismo no Brasil e que seja justamente essa a primeira palavra-chave da sua lista.

Insira as palavras-chave dos concorrentes na Ubersuggest

Vou começar apresentando a ferramenta.

Na imagem abaixo, você confere a visão geral da repaginada Ubersuggest, que gosto de chamar de Ubersuggest 2.0, agora com recursos mais avançados.

Na primeira página, você já pode selecionar o idioma para fazer a pesquisa e digitar a primeira palavra-chave que deseja analisar.

técnicas-seo-1ª-página-google

Depois, é só clicar em “Buscar” para a ferramenta fazer sua mágica e a sua estratégia começar a tomar forma.

Analise as oportunidades e encontre variações

Veja a primeira tela com a qual você tem contato ao iniciar a análise sobre a palavra-chave investigada.

técnicas-seo-1ª-página-google

Neste primeiro momento, você confere quatro informações principais, que são:

  • Volume de busca: apresenta a média de pesquisas que utilizam a palavra-chave no mês e ao longo dos últimos 12 meses
  • SEO Difficulty: classifica a dificuldade para alcançar resultados em SEO
  • Paid Difficulty: classifica a dificuldade para alcançar resultados com links patrocinados, no chamado PPC (Pay-per-click)
  • Custo por Clique (CPC): estima o custo por clique em um link patrocinado.

Como o assunto deste artigo são técnicas de SEO, vamos nos concentrar nessa análise específica.

Mas é importante você saber que seu site ou blog pode atrair dois tipos de tráfego: o orgânico e gratuito (através do SEO) e o pago (PPC).

Nesse segundo, você investe para seu anúncio ser exibido no topo do Google sempre que for digitada a keyword selecionada.

Voltando à análise, veja que o volume de buscas é considerado baixo, mas que há boas chances de ranquear bem de forma orgânica – mais precisamente, elas são de 78%.

Mas por que parar por aqui se a ferramenta tem mais a oferecer?

Role a página ou clique no menu à esquerda em “Ideias de Palavra-chave”.

Agora, esta é a tela que você verá.

técnicas-seo-1ª-página-google

Inicialmente, são 74 novas sugestões de keywords para o seu projeto, geradas a partir da primeira.

Ao clicar em “Related”, você descobre ainda 701 termos relacionados, com novas oportunidades para classificar seu site ou blog no Google.

técnicas-seo-1ª-página-google

Uma boa prática aqui é clicar em “Filtros” e estabelecer critérios para otimizar os resultados.

Você pode definir um número mínimo ou máximo de buscas para a keyword.

Também a margem de dificuldade desejada para o SEO.

E ainda de incluir ou excluir palavras-chave, conforme queira que os termos apareçam ou não entre os resultados.

Para o exercício, limitei a exibição a sugestões que tragam a palavra “Brasil”, o que reduziu as keywords relacionadas para 417.

Novo filtro, agora com volume de buscas mínimo de 1.000 por mês, manteve apenas uma sugestão de palavra-chave (justamente “turismo no Brasil”) e outras 34 relacionadas.

Depois, você pode exportar para uma planilha (como Excel ou Google Drive) ou copiar para a área de transferência.

Veja na tabela abaixo uma simulação dos termos selecionados para integrar a estratégia.

Palavra-chaveVolume de buscasDificuldade SEO
lugares para viajar no brasil14.80018
melhores destinos brasil9.90028
melhores destinos brasileiros9.90026
nordeste brasileiro6.60021
melhores lugares para viajar no brasil5.40015
turismo no brasil4.40022
pontos turisticos do brasil3.6008
lugares baratos para viajar no brasil2.90013
viagens pelo brasil2.40030
lugares lindos no brasil1.9007
pontos turísticos do brasil1.9007
destinos no brasil1.60018
lugares mais baratos para viajar no brasil1.30014
lugares no brasil para viajar1.00011
ecoturismo brasil1.00023
cidades turisticas do brasil1.0008
lugares paradisiacos no brasil1.0007
principais pontos turisticos do brasil1.0006

É importante dizer que esse trabalho deve ser realizado com cada uma das palavras-chave relevantes para o seu projeto.

Só assim você vai ter um calendário editorial, no caso de artigos para blogs, contemplando todas as principais oportunidades de ranqueamento e de geração de tráfego.

Crie um conteúdo melhor do que o dos seus concorrentes

Agora, é chegado o momento de mostrar que você não está nessa batalha para brincadeira.

Depois de escolher uma palavra-chave para iniciar a produção de conteúdo, é preciso novamente mirar na concorrência.

Para roubar os primeiros lugares no Google, seu compromisso é oferecer uma resposta melhor e mais completa do que os atuais líderes.

Como saber? Através da análise de SERP, também na Ubersuggest.

SERP é a sigla de Search Engine Results Page, ou página de resultados do Google.

Vamos ver o que a ferramenta revela sobre a keyword “lugares mais baratos para viajar no Brasil”.

A análise contempla os 100 primeiros colocados para a palavra-chave.

Mas você não precisa se preocupar com todos eles.

Aliás, como comentei lá no início, dê atenção apenas aos 10 primeiros, que são aqueles classificados na primeira página.

Como curiosidade, apenas os 15 primeiros recebem alguma visita orgânica a partir dessa keyword, mas o tráfego é quase nulo a partir do 11º, com um ou dois visitantes apenas por mês.

É mais um motivo para mirar o topo e não ter seu conteúdo esquecido na web.

A dica, então, é visitar especialmente os três primeiros colocados.

Observe o título que utilizaram, as divisões com subtítulos no texto, o uso de imagens e de vídeos, além do número de palavras que cada um escreveu.

Não existe uma regra que define que o maior conteúdo sempre ganha, mas é correto supor que ele tende a oferecer uma resposta mais completa para a busca do usuário.

Na análise dos concorrentes para a keyword escolhida, dá para identificar que belas fotos estão sempre presentes.

Também que há um grande número de destinos comentados e, por consequência, uma boa quantidade de palavras em cada um deles.

Os artigos têm entre 2.000 e 3.500 palavras.

Para passar à frente deles, então, vale escrever até 4.000 palavras, trazer informações e dicas valiosas sobre 20 ou mais destinos e caprichar nas fotos.

Permita-se ir um pouco além e insira vídeos também, pois sempre agregam.

E para alcançar um conteúdo melhor de fato, tenha foco total na intenção do usuário ao realizar essa busca.

Ou seja, quem pesquisa por “lugares mais baratos para viajar no Brasil” quer saber o custo de hospedagem, de alimentação e de passeios nos destinos sugeridos.

Garanta que esses dados estejam no seu artigo e você dará um importante passo rumo à liderança no Google.

3 – Consiga backlinks de qualidade

Todo seu esforço na escolha das palavras-chave certas e na produção de um conteúdo de alta qualidade, sozinhos, podem não ser suficientes para alcançar o topo.

Se assim fosse, não existiriam outras técnicas de SEO tão importantes quanto, não é mesmo?

E já adianto que, sem backlinks, você não sai do lugar.

Links são as ligações entre diferentes páginas, quando o conteúdo de uma aponta para a outra.

No caso de backlinks, vale linkar entre os seus próprios artigos, mas o grande desafio é conseguir que sites de terceiros estabeleçam ligações para o seu conteúdo.

E mais: que aquele link para você venha de um site de grande relevância.

Quanto mais importante for a página que indica o seu conteúdo, maiores são as chances de repercutir positivamente na classificação dele junto ao Google.

Segundo Copyblogger, a importância do domínio atende por 23,87% dos algoritmos de ranqueamento do buscador.

Logo, se alguém falar que a compra de backlinks funciona bem, desconfie.

Essa é uma verdadeira cilada.

A verdade é que o seu próprio conteúdo tende a funcionar como um ímã para backlinks graças à relevância e alta qualidade dele.

Só que no início é mais complicado obter resultados.

Por isso, quero sugerir a você dedicar atenção a pelo menos outras duas estratégias: infográficos e guest posts.

Invista nos infográficos

Infográficos são como artigos em formato de imagem.

São peças que agregam elementos visuais para dar ainda mais destaque ao conteúdo.

Sozinhos, eles já têm uma grande capacidade de viralizar e tornar o seu site ou blog mais conhecido.

O número de compartilhamentos em redes sociais de um infográfico é sempre maior do que o de artigos, por exemplo.

Mas não quero com isso incentivá-lo a substituir textos por esse formato.

A grande sacada pode ser transformar publicações recheadas de backlinks em um infográfico.

Quer ver só?

No site Ahrefs, existe uma seção que se chama Content Explorer.

Ao digitar ali palavras-chave relacionadas ao seu projeto, você vai descobrir artigos com alto número de backlinks.

Escolhida a publicação, leia na íntegra e busque criar um infográfico a partir do seu conteúdo, que certamente será de grande valor.

Se nunca trabalhou com esse formato, use ferramentas intuitivas, como Piktochart e Infogram.

Ou pode contratar um designer freelancer, se preferir.

Só garanta que, no rodapé da imagem, seja citada a fonte dos dados.

E o que acontece depois?

A estratégia se completa ao contatar por e-mail cada um dos sites que estabeleceram um link para o artigo original.

Conte a eles sobre o infográfico e sugira que o material pode ser divulgado nas suas publicações.

A taxa de aceitação deve girar entre 15% e 20%.

Por isso, tente mirar aqueles artigos com um número alto de backlinks antes de criar a sua arte.

Faça guest posts

Guest post é um artigo que você produz como autor convidado para um blog parceiro.

Essa estratégia pode reverter em backlinks de diferentes formas.

Na primeira e mais óbvia delas, você inclui links para algumas de suas melhores publicações no próprio texto que escrever.

É importante verificar antes quais são as diretrizes do parceiro, mas ao menos um link é certo que você poderá inserir.

Outra vantagem está em tirar uma casquinha da autoridade e relevância do blog que vai publicar seu texto.

Se você privilegiar sites com boa autoridade de domínio, que compartilhem do mesmo público que o seu e que estejam bem classificados no Google, estará perto de uma receita de sucesso.

Assim, escolhendo uma palavra-chave de seu interesse para trabalhar no conteúdo, há maiores chances de alcançar o topo do buscador do que teria ao publicar o mesmo artigo no seu blog.

4 – Otimize a velocidade do seu site

Três segundos.

Este é o tempo considerado ideal pelo Google para o carregamento do seu site.

E como a sua preocupação aqui é com as melhores técnicas de SEO, não dá para contrair o líder em buscas na web.

A velocidade de um site cresce como ponto de atenção na estratégia de forma proporcional ao avanço dos dispositivos móveis como meio de acesso à internet.

Em celulares e tablets, o Google já confirmou que a velocidade é um fator de ranqueamento.

Então, essa é a primeira razão para você fazer um bom trabalho e otimizar a navegação no site.

A segunda está na experiência do usuário, outro aspecto muito valorizado na apresentação de resultados a uma busca na web.

Veja isto aqui: 73% daqueles que navegam na internet por dispositivos móveis já visitaram sites que demoram demais para carregar.

Mas o mais grave é que 40% simplesmente saem da página se ela não completa o carregamento em três segundos.

Quer garantir que o SEO dê resultados?

Melhor não arriscar.

Cuide da velocidade do seu site com as três dicas que listo a seguir.

Comprima suas imagens

As imagens são ótimas para efeitos de SEO.

É bem importante que cada um de seus artigos tenha no mínimo uma imagem.

Só que imagens em alta definição são também arquivos pesados. E isso influencia diretamente no tempo de carregamento da página.

A recomendação é que tenha muito cuidado na escolha e, principalmente, na inserção das imagens em um post de blog.

Em primeiro lugar, você não precisa fazer o download de uma imagem no tamanho de uma impressão de banner se vai usá-la na internet.

Em segundo, busque soluções para comprimir todas as imagens que usar em suas publicações.

Você pode fazer isso a partir de um plugin para WordPress, caso esse seja o seu sistema de gerenciamento do blog.

O Smush Image Compression and Optimization, por exemplo, funciona muito bem.

Outra opção é recorrer a uma ferramenta para essa finalidade, como JPEG Optimizer, Optimizilla, ImageOptim e Compressnow.

Seja qual for a sua escolha, comprimir imagens vai dar um novo fôlego para o site.

Utilize o cache do navegador

Isto parece um pouco técnico – e de fato é -, mas simples de entender e de resolver.

Os dados em cache são armazenados de modo temporário para reduzir a chamada largura de banda.

Na prática, com o cache, o conteúdo carregado anteriormente é resgatado para uma nova exibição, exigindo menos do site e tornando a navegação mais veloz.

No WordPress, mais uma vez, é muito fácil ativar o cache do navegador através de plugins, como WP Super Cache ou W3 Total Cache.

Você também pode contratar uma Rede de Distribuição de Conteúdo, que atende pela sigla CDN.

Funciona como uma terceirização da cache, garantindo a navegação mais rápida no seu site.

Aproveite o Google PageSpeed Insights

O Google possui muitas ferramentas interessantes e, algumas delas, ainda são incrivelmente desconhecidas.

Para quem quer chegar ao topo do mecanismo de busca, recorrer ao Google PageSpeed Insights pode ser considerado como um dever de casa.

O que ele faz é analisar o seu site para verificar se o desempenho está adequado no que diz respeito à velocidade.

Se houver algum ajuste a fazer, seja para exibição do conteúdo em desktop ou mobile, a ferramenta vai indicar.

É tão simples e fácil que não dá para não aproveitar o que ela oferece.

5 – Tenha um site mobile-friendly

Ter um site mobile-friendly significa que ele se adapta muito bem para o acesso via dispositivos móveis.

Nunca é demais lembrar que garantir a melhor experiência possível para o usuário já pode ser considerada como uma das técnicas de SEO.

E se, somente no Brasil, 69% da população acessa a internet pelo celular, como ignorar a necessidade de dedicar atenção a esse aspecto?

Use a ferramenta de teste de compatibilidade mobile do Google

Neste link, você acessa a ferramenta do Google que realiza um teste de compatibilidade para dispositivos móveis.

Ela é tão fácil de usar quanto possível.

Basta digitar o endereço do seu site e realizar o teste.

Em resposta, o sistema vai informar se ele é ou não mobile-friendly.

Em caso negativo, junto à mensagem, o Google envia um relatório com os pontos que precisam de ajustes.

Invista no design responsivo

Um site adaptado para dispositivos móveis precisa de um design responsivo.

É claro que ele, sozinho, não resolve o problema, mas é um componente imprescindível para a solução.

O que ele faz é garantir que o conteúdo seja exibido corretamente, não importa em qual tamanho de tela isso aconteça.

Se o conteúdo é acessado por um tablet, por exemplo, o design terá um ajuste diferente da exibição em um smartphone.

Repetindo: você precisa garantir que isso aconteça, ou vai ficar para trás no que diz respeito à experiência do usuário.

Utilize AMP (Accelerated Mobile Pages)

AMP não é uma tecnologia, mas um projeto que nasceu da colaboração entre Google e Twitter para melhorar a velocidade de navegação em dispositivos móveis.

Sua característica principal está na redução de recursos mais básicos da página, mas que são responsáveis por retardar o tempo de carregamento.

Hoje, se o usuário faz uma pesquisa no Google por meio de um smartphone, é extremamente provável que os primeiros resultados venham acompanhados da sigla AMP.

Isso significa que eles já aderiram a essa necessidade.

Para também otimizar suas páginas para o AMP, é preciso ter algum conhecimento sobre configuração de sites.

Felizmente, há plugins disponíveis, como o próprio AMP para WordPress.

Mas se tudo isso o assusta, conversar com um desenvolvedor web pode ser o melhor caminho.

Conclusão

Você conferiu neste artigo que as melhores técnicas de SEO começam por um conteúdo de excelente qualidade, mas vão muito além dele.

É cada vez maior a preocupação com a experiência do usuário, a velocidade de carregamento da página e a exibição de sites em dispositivos móveis.

O que pode parecer apenas um detalhe à primeira vista, talvez esteja separando você de melhores resultados.

SEO não é uma ciência exata. Nunca foi, e nunca será.

Não existe estratégia perfeita, imune a erros. Eles vão acontecer, mas o importante é extrair lições dessas experiências ruins para qualificar as suas ações.

Acredito que, ao colocar em prática o que aprendeu hoje, você já estará dando um importante passo em direção ao topo do Google.

O resto vem com a prática e o aprendizado contínuo.

O ponto de partida é agora. Já a linha de chegada depende de você.

Boa sorte nessa jornada!

 

Artigo produzido por Neil Patel.

Neil Patel é o co-fundador da Ubersuggest, Hello Bar, Crazy Egg, Neil Patel Digital e Kissmetrics. Ele ajuda empresas como Amazon, Microsoft, Airbnb, Google e SalesForce a crescerem através do marketing.

Facebook: https://www.facebook.com/neilkpatel/

YouTube: https://youtube.com/neilpatel

Twitter: https://twitter.com/neilpatel

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/neilkpatel/