Entenda como otimizar o seu sitemap e saiba impulsionar o SEO do seu site!

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Publicado por Gabriel Motta em 4 de agosto de 2021

Diretor executivo e cofundador da INGAGE. Escreve sobre assuntos relacionados à performance, planejamento, SEO e pautas gerais de marketing.

Ter sites responsivos e de alta performance é objetivo de diversas empresas que desejam se consolidar e gerar negócios através da internet. Estar bem posicionado nos motores de busca é de extrema importância para alcançar visibilidade e relevância no mercado digital.

Entre os fatores que colaboram para esse bom desempenho está o sitemap. De forma bem simplificada, é como se fosse uma mapa pelo qual os usuários encontram as páginas dentro do site. Em outra faceta, os mecanismos de busca utilizam um sitemap para compreender o funcionamento das URLs e categorizá-las como relevantes ou não.

O sitemap é capaz de impulsionar um site ou prejudicá-lo completamente. Por essa razão, listamos as principais informações necessárias sobre o tema, assim como sugestões para otimizar o SEO das páginas.

O que é e para que serve um sitemap?

Um sitemap, então, é o mapa que contém todos os links indexados do site, ou seja, ele mostra como funciona a arquitetura que permite a usabilidade desse portal. O principal objetivo é fornecer informações de como esses itens se relacionam dentro do site — facilitando o trabalho dos motores de busca na compreensão de quais são os caminhos para se navegar por ali.

Além de informar onde cada página se encontra, o sitemap ainda revela dados sobre:

  • as últimas atualizações e modificações;
  • a frequência com que essas alterações acontecem;
  • as versões dos idiomas que a página tem;
  • a sua importância dentro do site etc.

Há também um formato de sitemap que é inserido no rodapé dos sites. Ele mostra as principais categorias do portal e quais páginas se encontram nessa mesma segmentação. É o caso de um e-commerce, por exemplo, que vende eletrodomésticos, eletrônicos, móveis etc. Essa modalidade tem o intuito de facilitar a navegação dos usuários.

Mas, por hora, vamos voltar ao primeiro formato mencionado. Nesse sentido, saiba que nem todo site precisa de um sitemap. Contudo, sua relevância para fins de SEO é enorme, tal como veremos na sequência. De acordo com informações do Google, existem alguns fatores que requerem a presença dessa ferramenta:

  • existência de conteúdos dinâmicos nas páginas, vídeos e imagens, além de páginas com intuito de aparecer no Google Notícias;
  • páginas com imagens ou conteúdo AJAX, que são mais difíceis de o Googlebot localizar nos processos de rastreamento;
  • sites mais recentes, com poucos links externos, para facilitar a visibilidade diante do Googlebot;
  • sites com muitas páginas, que os bots podem deixar alguma delas passar ou considerá-las como conteúdo duplicado;
  • existência de páginas de conteúdo isoladas, que não estão vinculadas umas às outras por meio de links internos.

Agora, se seu site tiver uma boa estrutura de links internos, não tiver grande quantidade de vídeos, imagens ou páginas de notícias ou for pequeno (até 500 páginas), talvez não seja uma preocupação para o momento.

Tipos de sitemap

Mencionamos até aqui a existência de dois tipos de sitemap: HTML e XML. O primeiro é bastante útil para os usuários do seu site, pois facilita a navegabilidade e a compreensão do que eles verão nas páginas clicáveis. Já o segundo é direcionado aos bots do Google, indicando as URLs mais importantes e ajudando no melhor rastreamento delas.

Quando falamos nas funcionalidades principais de um sitemap, como vimos até aqui, a maioria delas vem do XML. Algumas das tags mais comuns são <lastmod>, <loc>, <changefreq> e <priority>. Essas informações ficam em um diretório do site, não visível aos usuários. Basta digitar sitemap.xml após a URL principal que você encontra a lista de links.

Por mais que pareça complicado à primeira vista, não é necessário ser expert em programação para inserir esse tipo de ferramenta no seu site. Mais adiante, veremos as boas práticas para sua criação, para solucionar possíveis dúvidas.

exemplo de como é um sitemap

Qual é o impacto do sitemap no desempenho de um site?

Você provavelmente compreende a importância das estratégias de Link Building para a conquista de visibilidade e relevância nos motores de busca, certo? A criação do sitemap tem o mesmo propósito. Quando se investe nas melhores práticas de SEO para esse quesito, seu site se torna mais visível aos bots.

Se os próprios motores de busca não conseguem encontrar as páginas do seu site, de que forma seus potenciais clientes o farão? Essa é a preocupação a ser solucionada com o investimento em um sitemap. Embora o ranqueamento não seja influenciado por ele, a indexação com certeza é.

Principalmente se você costuma atualizar muito as páginas do seu blog, é essencial investir no sitemap. Assim, você garante que essas modificações serão percebidas pelos bots. E por mais que pareça um trabalho a mais nas estratégias de Marketing da empresa, esse é um investimento gratuito e simples de se fazer. Basicamente, só acrescenta valor ao site.

Como criar e otimizar um sitemap?

Trabalhar com palavras-chave é essencial para uma boa copy. O mesmo vale para a criação de sitemaps — inclusive, esse é o primeiro aspecto a se preocupar na hora de criar o mapa do seu site, em todos os links. Depois, vem a escolha do tipo de sitemap. Lembrando que é possível incluí-lo tanto no rodapé do site, para auxiliar na navegação dos usuários, quanto no diretório raiz.

Os fatores apresentados a seguir colaboram para a criação e otimização de um sitemap.

Tenha atenção aos passos de criação do sitemap

A forma manual é uma das possibilidades para criar o sitemap, que realmente requer um programador mais experiente. Nesse caso, o profissional vai estudar a estrutura do site e a vinculação das páginas, a fim de compreender sua hierarquia. O intuito é que, com poucos cliques, um usuário consiga descobrir o que deseja.

Então, vem a etapa de codificar as URLs, tagueando-as no XML e validando os códigos. Esse mapa do site será adicionado ao arquivo robots.xml da pasta raíz do site. Posteriormente, precisa ser enviado pelo Google Search Console pelos seguintes comandos:

  • abra o painel do console e clique em “Rastrear”;
  • selecione a opção “Sitemaps”;
  • no canto superior direito da sua tela, acesse “Adicionar/Testar Sitemap”;
  • se você não encontrar alguma falha, é só clicar em enviar, e seu sitemap estará finalizado.

A boa notícia é que, se não tiver um programador à disposição, pode contar com o auxílio de ferramentas para a criação do sitemap. Com o plugin do Yoast, basta encontrar o botão de alternância para ativar esse recurso no seu site. Já pelo software Screaming Frog, você consegue alterar o que deseja sem precisar mexer nos códigos manualmente — e é gratuito para sites com menos de 500 páginas.

Veja outras ferramentas de geração de sitemaps que podem ser úteis:

  • XML Sitemaps;
  • Slickplan;
  • Writemaps;
  • Dynomapper;
  • Powermapper.

Faça a categorização dos conteúdos

Antes de falar da categorização em si, pense na priorização das páginas. Tenha em mente que quanto maior a pontuação que uma página recebe (ou seja, mais próximo de 1), melhor será a frequência com que ela será rastreada. Por isso, dê notas altas àquelas que precisam de alterações recorrentes — por exemplo, a de soluções oferecidas pela empresa.

Agora as páginas estáticas, que quase nunca recebem alterações, devem ter notas mais baixas, próximas a 0,1. É o exemplo de “Fale Conosco”/”Atendimento”/”Entre em Contato” ou “Sobre a Empresa”. A intenção é dar prioridade ao que realmente precisa.

O próximo passo é a hierarquização das páginas, que deve ser o mais clara possível: a página inicial com suas categorias e subcategorias. Essa segmentação precisa focar na similaridade dos conteúdos, para que não fiquem soltos dentro do mapa. Pense novamente em um guia: se precisasse dele para entender o site, ele teria que ser capaz de conduzi-lo pelos caminhos mais intuitivos.

Escolha bem os links

Sites muito grandes, geralmente, têm um número maior de URLs. Para que o sitemap não fique confuso, é importante criar um mapa para cada categoria de páginas. Essa prática também contribui para a sua melhor organização.

Uma das indicações do Google é utilizar as URLs canônicas do seu site, ou seja, a mais representativa das existentes. Pense no seguinte exemplo: se você precisa do conteúdo para versão desktop e mobile, somente uma delas deve aparecer no seu sitemap — enquanto a outra pode receber um redirecionamento ou a tag rel=canonical.

Por fim, lembre-se de que vídeos, imagens e notícias devem ter extensões de sitemaps. Assim, será possível direcionar melhor os mecanismos de busca para esses tipos de conteúdo.

Veja quando aplicar a tag noindex”

Existem algumas páginas que não valem a pena serem indexadas ou rastreadas pelos mecanismos de busca, apesar de serem úteis para o seu site. São as chamadas URLs “noindex”. Então, basta utilizar os diretivos e excluir esses formatos do seu mapa.

Atenção para as regras técnicas

Existem algumas especificações que não podem faltar na criação de sitemaps. Conheça alguns deles:

  • cada sitemap deve ter até 50 mil URLs, no máximo, sem ultrapassar 50 MB não compactados;
  • não é aconselhado inserir IDs de sessão de URLs, pois essa prática minimiza o rastreamento duplicado delas.

O sitemap é um dos investimentos essenciais se o seu site se encaixa nos padrões indicados pelo Google — com muitas páginas, conteúdos dinâmicos, poucos links internos etc. Com um planejamento e boa execução das sugestões apresentadas, é possível ter páginas de excelente desempenho nos motores de busca. Consequentemente, a experiência do cliente também é reforçada.

Por falar em bom desempenho, nossas dicas não param por aqui. No próximo conteúdo, leia sobre as melhores práticas de tráfego orgânico empresas Saas!

A INGAGE é especialista na criação e desenvolvimento de sites de alta performance. Caso tenha interesse em saber mais sobre esse serviço, não deixe de agendar uma conversa com nossos consultores!

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