Google prioriza sites responsivos. O seu já é?

Gabriel Motta
Publicado por Gabriel Motta em 10 de setembro de 2015

 

Não é um exagero dizer que toda a informação do mundo hoje está na palma da sua mão. E com um quarto da população mundial podendo acessar a web através de smartphones, não é de se admirar que o gigante da internet, o Google, tenha olhado para isso e feito algumas alterações em seus códigos dando prioridade para os sites responsivos — ou mobile friendly, como eles gostam de chamar. Mas como isso pode afetar as páginas que ainda não se atualizaram para esse formato?

Smartphones são os preferidos até mesmo dentro de casa

Em uma pesquisa realizada em 2013, em parceria com a Nielsen Company (empresa mais conhecida no Brasil como IBOPE), o Google pode finalmente constatar e observar diversos comportamentos de seus usuários. Um deles apontava que 77% das buscas feitas na ferramenta eram realizadas através de smartphones dentro das próprias casas ou empregos dos usuários — locais onde, normalmente, também existem computadores.

De olho nesses dados, a empresa não demorou muito para entender o recado: o sistema de busca tem que priorizar os sites que funcionam tanto em computadores convencionais quanto em celulares, afinal, muita gente tem chegado por esse caminho. Por isso em dia 21 de abril de 2015, o Google lançou uma atualização do seu algoritmo que passou a priorizar os sites mobile-friendly (“amigáveis para o mobile”, ou, em outras palavras, responsivos). Mas nada disso aconteceu da noite para o dia.

Ferramentas que ajudam os sites responsivos

Publicando avisos desde o começo de 2015, o Google criou diversas saídas para aqueles que ainda não possuíam páginas focadas no publico mobile. Uma delas foi o Mobile-Friendly Test, um site onde qualquer pessoa pode inserir o link do seu site e ver se ele atende às exigências do buscador.

Outra ajuda da empresa foi a criação de uma série de documentos de fácil entendimento postados diariamente nos canais oficiais do Google. Um deles, inclusive, ensina didaticamente como devem ficar as configurações da programação para os sites responsivos. Além do Google Webmaster Tools, um site já bastante conhecido por quem trabalha com web. Mas mesmo com tudo isso, até grandes empresas acabaram perdendo posições no ranking do Google após as mudanças.

E quem ainda não se preparou?

Quem não se preparou, deve correr atrás do prejuízo. Quando houve a mudança, grandes entidades sofreram queda nos acessos por não se adequarem à nova realidade de buscas, como União Europeia, Windows Phone, Nintendo e Danone. Porém, é interessante perceber como a saída de algumas dessas grandes marcas da frente das pesquisas fez surgir outras empresas que, apesar de menores, já estavam de olho nas mudanças e cuidaram de se atualizar.

Provando que para ele o conteúdo continuará sendo o rei, o Google mostrou que não importa o tamanho de uma empresa, o que interessa é que ela deve sempre pensar na melhor experiência de seu usuário. E, por isso, aquelas que já contam com sites responsivos vão continuar na frente de várias outras.

E você, já preparou seu site para essas novas regras do Google? Conte pra gente aqui nos comentários!

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